Short stay: o guia completo da curta temporada
O que é short stay, para quem faz sentido, vantagens, desafios e como extrair a melhor renda da curta temporada — sem virar recepcionista do próprio imóvel.

Gestão de imóveis
Guia prático do processo de despejo por falta de pagamento: notificação, ação judicial, prazos reais e como acelerar a retomada do imóvel.
Basta um mês de aluguel não pago para o proprietário ter direito à ação de despejo. Mas saber disso não responde a pergunta que realmente importa: quanto tempo vai levar para o imóvel voltar para você?
A resposta honesta: de 3 a 12 meses, dependendo da comarca, do juiz, da garantia existente e se o inquilino defende ou não a ação. Mas há formas de acelerar — e erros que atrasam o processo de meses.
Não vá direto para o advogado sem antes tentar a via extrajudicial. Não por ingenuidade — mas porque o juiz vai querer saber se você tentou resolver. E porque muitas inadimplências se resolvem com uma conversa direta antes de virar processo.
Passo 1 — Contato direto: ligue, mande mensagem, vá pessoalmente se o imóvel for próximo. Registre. Entenda se é crise pontual (doença, desemprego temporário) ou inadimplência crônica.
Passo 2 — Notificação extrajudicial: se o contato não resolver, envie notificação formal. Pode ser carta com aviso de recebimento (AR) pelo Correios ou notificação via cartório. O objetivo é ter prova escrita de que o inquilino foi avisado e dado prazo.
Passo 3 — Acionamento da garantia: se houver seguro-fiança, acione a seguradora paralelamente. Se houver fiador, notifique-o. Se for caução, aguarde o processo para saber o que pode descontar.
Só depois disso, entre com a ação.
A ação de despejo por falta de pagamento é regida pelo art. 62 da Lei do Inquilinato e tem um mecanismo específico: o inquilino pode "purgar a mora" — pagar o débito total (aluguel, encargos, multas e custas) — em até 15 dias a contar da citação. Se pagar, a ação é extinta e o inquilino fica no imóvel.
Isso significa que a primeira ação de despejo pode ser "perdida" por um inquilino que paga atrasado e volta a inadimplir. Na segunda ação, o direito de purgação é mais restrito.
O fluxo básico:

Acelera: - Entrar com a ação com toda a documentação completa desde o início (contrato, comprovantes, notificações). - Contratar advogado especializado em locações — advogados generalistas cometem erros de rito que atrasam meses. - Optar por jurisdição da vara cível comum se a comarca não tiver vara específica de locações. - Em casos com seguro-fiança: continuar recebendo da seguradora durante o processo.
Atrasa: - Documentação incompleta na petição inicial. - Endereço de citação desatualizado (o oficial de justiça não encontra o réu). - Inquilino que muda de endereço e precisa ser citado por edital. - Recursos protelatórios — o inquilino pode recorrer de sentença, adiando a desocupação.
Sim, mas é raro em locação residencial. A lei prevê liminar (despejo antes do julgamento final) em poucos casos: contratos de temporada expirados, contratos sem garantia com inquilino que não purgou mora em 15 dias, e alguns outros específicos. Em locações residenciais comuns com garantia, a liminar raramente é concedida.
O processo é lento, mas é o único caminho legal. Tentar atalhos pode transformar um processo de despejo em dois processos — com você no banco dos réus no segundo.
Para gestão preventiva que reduz o risco de inadimplência, a LUVI HOME faz triagem rigorosa de inquilinos. Mais sobre como agir rápido nos primeiros dias de inadimplência em inadimplência no aluguel: o que fazer nos primeiros 30 dias. E para entender como as garantias afetam o processo de despejo, veja garantias de aluguel: fiador, caução, seguro-fiança ou título de capitalização.
Em geral de 3 a 12 meses, dependendo da comarca, do juiz e se o inquilino defende ou não a ação. Varas de locação em São Paulo capital costumam ser mais ágeis do que comarcas menores.
Sim. O inquilino pode "purgar a mora" — pagar todo o débito incluindo multas e custas — em até 15 dias após a citação. Se pagar, a ação é extinta. Na segunda ação, esse direito é mais restrito.
Não. Isso é crime previsto na Lei do Inquilinato e pode gerar ação criminal contra o proprietário. A retomada do imóvel só pode ser feita com ordem judicial.
Sim. Ação de despejo exige representação por advogado. Contratar um especializado em locações reduz erros de procedimento que atrasos meses no processo.
Alugar ou morar
Na LUVI HOME você aluga no tradicional ou por mês, mobiliado e 100% digital, com a Garantia Luvi.
Ver imóveis na LUVI HOME