Reclamações comuns contra administradoras e como evitá-las
Atraso no repasse, extrato que não fecha, cobrança indevida. As queixas mais frequentes contra administradoras e o que fazer antes de contratar.

Gestão de imóveis
Pode sublocar o apartamento alugado? A lei permite com condições. Saiba quando é permitido, como pedir autorização e os riscos de fazer sem.
Você aluga um apartamento de dois quartos em São Paulo, recebe uma proposta de trabalho para ficar seis meses em outra cidade e quer sublocar o quarto vago — ou o imóvel inteiro — durante a ausência. Pode? A resposta é: depende do seu contrato.
Sublocação não é proibida pela Lei do Inquilinato. Mas ela exige autorização expressa do proprietário. Sem essa autorização, fazer qualquer tipo de sublocação — mesmo que parcial, mesmo que por plataforma — é motivo de rescisão contratual por infração.
O artigo 13 da Lei 8.245/91 é claro: "A cessão da locação, a sublocação e o empréstimo do imóvel, total ou parcialmente, dependem do consentimento prévio e escrito do locador." Ou seja:
Não. Ele pode recusar sem precisar dar motivo. Se a cláusula de proibição de sublocação estiver no contrato (e na maioria está), a conversa já está encerrada ali — a menos que você negocie uma modificação.
A abordagem direta costuma funcionar melhor do que o inquilino espera. Proprietários têm medo principalmente de três coisas: o imóvel ser danificado por alguém que eles não conhecem, perder o controle sobre quem mora, e problemas legais com o sublocatário. Endereçar esses pontos na conversa aumenta a chance de um sim.
Uma proposta que costuma funcionar: - Apresente quem seria o sublocatário (nome, profissão, tempo de estadia) - Proponha uma caução adicional ou um seguro para cobrir eventuais danos - Ofereça a possibilidade de o proprietário conhecer a pessoa antes de aprovar - Deixe claro que você continua responsável perante o proprietário

Você, agora no papel de sublocador, precisa assinar um contrato com o sublocatário. Pontos essenciais:
Um detalhe importante: você continua respondendo integralmente ao proprietário. Se o sublocatário não pagar ou danificar algo, é você quem responde.
Plataformas de temporada são uma categoria à parte. Além da autorização do proprietário, alguns condomínios têm cláusula de convenção proibindo locação por temporada. Verificar a convenção do condomínio antes de qualquer anúncio é essencial — o síndico pode acionar o proprietário, que pode acionar você.
Para quem prefere evitar todo esse trâmite e simplesmente quer um imóvel com flexibilidade real desde o início, o modelo de aluguel gerenciado com contratos flexíveis da LUVI HOME pode ser mais adequado em São Paulo, BH e Alphaville.
Sobre direitos do inquilino em mais situações práticas, a categoria gestão do blog tem outros guias detalhados.
O proprietário pode pedir rescisão imediata do contrato por infração contratual. Isso inclui perda de garantias e eventual ação de despejo. O risco não compensa — a conversa com o proprietário, mesmo que incômoda, é sempre a rota certa.
Somente com autorização escrita do proprietário e verificando se o regimento do condomínio permite. Sem os dois, você corre risco de rescisão contratual.
Não. A lei proíbe cobrar do sublocatário valor superior ao que você paga ao proprietário.
Você. O inquilino original continua respondendo perante o proprietário por qualquer problema causado pelo sublocatário.
Só com autorização do proprietário. Mesmo sendo apenas um quarto, se o contrato não autoriza, é sublocação e precisa de permissão.
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