Aluguel para empresas (corporate housing): como funciona
Corporate housing é quando a empresa aluga em nome do CNPJ. Entenda vantagens para o proprietário e o que o contrato precisa ter para proteger os dois lados.

Gestão de imóveis
Nem toda mobília vale o investimento. Saiba quais itens são indispensáveis para locar mobiliado com preço premium e quais você pode deixar para depois.
Um apartamento mobiliado aluga em média 30% a 50% mais caro do que o mesmo imóvel vazio — mas só se a mobília for funcional e apresentável. Com peças velhas, mal combinadas ou em falta, você pode conseguir o pior dos dois mundos: preço de vazio com dor de cabeça de mobiliado.
A questão não é "mobiliar ou não". É entender o que faz diferença real para o inquilino e o que é gasto desnecessário.
Antes de comprar qualquer peça, defina o perfil do seu inquilino. Isso muda tudo:
Cada perfil tem uma lista diferente do que é essencial.
Para a maioria dos públicos, o conjunto indispensável é:
Quarto: - Cama (box ou estruturado) com colchão de qualidade mediana a boa - Guarda-roupa com espaço suficiente - Criado-mudo
Sala: - Sofá (2 a 3 lugares para studio ou 1 quarto) - Mesa de jantar com cadeiras - TV com suporte fixado na parede
Cozinha: - Micro-ondas - Geladeira - Fogão (se o imóvel não tiver embutido) - Itens básicos: panela, frigideira, pratos, talheres, copos
Itens de infraestrutura: - Ar-condicionado no quarto (em SP e BH, já é quase requisito) - Internet (roteador configurado, não apenas a tomada) - Cortinas ou persianas nos quartos

Esses itens podem agregar se o objetivo for short stay ou temporada, mas para locação mensal, a maioria dos inquilinos prefere chegar e adaptar ao próprio gosto.
Um kit básico para studio ou 1 dormitório costuma sair entre R$ 8.000 e R$ 18.000, dependendo da qualidade das peças e da cidade. Em BH, por exemplo, é possível montar um kit funcional mais barato do que em SP pela diferença de preço do varejo.
Se o aluguel mobiliado for R$ 500 a R$ 800 a mais por mês do que vazio, você recupera em 12 a 24 meses — antes mesmo que a mobília precise de substituição.
Na locação tradicional, sim, você assume mais responsabilidade por avaria das peças. Mas para locação para profissionais em transferência, o perfil do inquilino costuma ser mais cuidadoso do que a média. E a Luvi, para quem opera em SP, BH ou Alphaville, cuida dessa gestão do início ao fim pelo proprietário.
Para quem quer preparar o imóvel com orientação especializada, a página de setup da Luvi detalha o processo de onboarding para locação gerenciada.
Em geral sim, especialmente para studios e apartamentos de 1 quarto em regiões com demanda de executivos, estudantes ou temporada. O adicional de aluguel costuma recuperar o investimento em menos de 2 anos.
O colchão é o item que mais afeta a satisfação do inquilino. Uma cama ruim gera reclamação imediata e pode comprometer a renovação do contrato.
Na locação mensal tradicional, não. Para short stay e temporada, sim — o inquilino espera o padrão de hotel. Para mid-term (30 a 90 dias) fica a critério do proprietário.
Não como despesa direta de locação. A mobília é bem do proprietário; eventual depreciação pode ser considerada, mas o tratamento fiscal é complexo. Consulte um contador.
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