Pequenos reparos que aumentam o valor do seu aluguel
Trocar uma torneira, retocar a pintura e ajustar as portas podem elevar seu aluguel em até 15%. Veja quais reparos têm o melhor retorno antes de anunciar.

Gestão de imóveis
Corporate housing é quando a empresa aluga em nome do CNPJ. Entenda vantagens para o proprietário e o que o contrato precisa ter para proteger os dois lados.
A empresa paga em dia, raramente pede desconto, não some no mês do reajuste e muitas vezes mantém o contrato por anos seguidos. Por isso, conseguir um inquilino corporativo — uma empresa que aluga o imóvel em nome do CNPJ — é o objetivo de muitos proprietários. Mas nem todo imóvel se encaixa, e o contrato tem particularidades que valem entender antes.
Corporate housing (ou locação corporativa) é quando o locatário no contrato é uma pessoa jurídica — a empresa, não o funcionário. A empresa paga o aluguel como benefício ao colaborador que vai morar no imóvel.
É diferente de um funcionário que aluga por conta própria e recebe um auxílio moradia na folha. No corporate housing, a responsabilidade contratual é da empresa, o que muda a dinâmica de garantia e cobrança.
Três motivos práticos:
Não é qualquer apartamento que passa pelo crivo de uma multinacional ou empresa de médio porte:

A Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91) se aplica normalmente. Alguns pontos de atenção:
Consulte um advogado imobiliário para revisar o contrato antes de assinar.
Empresas com necessidade de housing corporativo costumam trabalhar com gestoras de aluguel especializadas ou bureaus de relocation. Uma alternativa é listar o imóvel em plataformas voltadas para mid-term e temporada de longa duração, que já atraem esse público.
Para quem quer rentabilizar o imóvel em SP, BH ou Alphaville com gestão completa, a página de investidores da Luvi é um ponto de partida. E se você quer entender o perfil mais específico de profissionais em transferência, leia sobre locação para profissionais em transferência.
Sim. A Lei do Inquilinato permite locação com pessoa jurídica para fins residenciais, desde que o contrato especifique o uso e o empregado que vai ocupar o imóvel.
Caução em dinheiro é o mais comum. Empresas consolidadas raramente oferecem fiador e preferem depósito equivalente a 2 ou 3 meses de aluguel.
Em geral, entre 20% e 40% a mais. Além do aluguel em si, empresas costumam pagar condomínio e IPTU, o que aumenta a receita líquida do proprietário.
Quase sempre sim. O colaborador chega de outra cidade ou país e precisa morar imediatamente. Imóvel vazio raramente entra na lista de considerados para corporate housing.
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