Mid stay: a média temporada que mais cresce
O que é mid stay, por que a média temporada (semanas a meses) cresce tanto, quem são os hóspedes e por que ela estabiliza a renda do seu imóvel.

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Descubra estratégias práticas para elevar a ocupação baixa temporada do seu imóvel e garantir renda estável o ano inteiro, sem sacrificar a diária.
Manter a ocupação baixa temporada acima de 60% é o maior desafio de quem aluga por curta estadia em São Paulo, Belo Horizonte ou Alphaville — e também é onde se separam os proprietários que apenas sobrevivem dos que prosperam o ano inteiro.
Em cidades corporativas como São Paulo, o tráfego de hóspedes costuma cair entre janeiro e fevereiro (férias longas, equipes menores) e em meados de março, depois do carnaval. Em BH e Alphaville o comportamento é parecido. Sem ação proativa, a taxa de ocupação pode recuar de 70–80% para menos de 40% nesses meses, comprometendo o retorno anual.
O problema raramente é falta de demanda — é falta de estratégia para alcançar o hóspede certo.
Reduzir a diária é o movimento mais óbvio, mas precisa ser cirúrgico:
| Perfil de desconto | Quando aplicar | Impacto esperado | |---|---|---| | 10–15% | Baixa moderada (jan, mar) | +10–15 pts de ocupação | | 20–25% | Baixa intensa (fev) | +20 pts, mas diária menor | | Desconto semanal (≥7 noites) | Todo o ano | Reduz turnover e custo de limpeza | | Desconto mensal (≥28 noites) | Jan–mar | Atrai executivos em relocação |
Depender de um único canal é o segundo maior erro na baixa temporada.

Uma gestora especializada, como a Luvi, costuma ter acordos com portais corporativos e pode direcionar o imóvel para empresas parceiras.
O hóspede de baixa temporada é, em geral, corporativo ou em mudança temporária. Esses perfis têm necessidades específicas:
Não adianta publicar promoção quando a baixa já chegou — o planejamento precisa anteceder:
Aluguel mid-term (de 30 a 90 dias) tem crescido consistentemente nas grandes cidades. Executivos em projeto, estudantes de pós-graduação e famílias em reforma são o perfil típico. A diária média costuma ser menor do que no short-term, mas a taxa de ocupação fica próxima de 100% e os custos operacionais caem muito.
Se o imóvel permite esse tipo de contrato, reserve os meses de baixa temporada para esse perfil e volte ao short-term quando a demanda aquece.
A LUVI HOME pode gerenciar essa transição sem que você precise se preocupar com contratos ou burocracia.
Depende do custo fixo de cada imóvel, mas em geral uma ocupação acima de 50% durante os meses de baixa já costuma cobrir despesas e gerar alguma margem. O ideal é simular com a sua diária média e custos reais — a Luvi pode ajudar nessa conta.
Não necessariamente. Reduções de 10 a 25% em relação ao pico costumam ser suficientes para atrair mais reservas sem desvalorizar o imóvel. Cortes maiores tendem a atrair perfis de hóspede menos adequados e podem prejudicar a reputação do anúncio.
Sim, e muitos proprietários adotam esse modelo híbrido: short-term na alta temporada e mid-term nos meses de baixa. A diária é menor, mas a ocupação é praticamente total e os custos operacionais caem bastante.
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