Quanto rende temporada em Santo Agostinho? A conta do dono
Quanto rende alugar por temporada em Santo Agostinho (BH): demanda, diária média, ocupação realista e a conta do proprietário com custos e gestão.

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Quanto rende alugar por temporada no Sion, em BH? Veja diária realista, ocupação, custos e a conta líquida que o proprietário leva para casa.
O Sion vende um cartão de visitas raro em Belo Horizonte: é Centro-Sul, vizinho de Savassi e Mangabeiras, colado em hospital de ponta e a poucos minutos da Praça do Papa, mas com clima mais residencial e arborizado que o miolo da Savassi. Para temporada, isso atribui ao bairro um público específico — e é desse público que sai a sua conta de proprietário.
Antes de falar em número, vale entender a demanda, porque ela define a diária. No Sion e arredores, o hóspede de curta estadia costuma ser:
Essa mistura é boa: dilui a sazonalidade. O lazer puro de BH oscila com feriados e eventos; a demanda de saúde e negócios pinga o ano todo. Um imóvel que depende só de turista fica vazio em fevereiro e em semana de calendário fraco; um imóvel a pé de hospital tem fluxo mesmo em mês morto. Por isso a localização fina dentro do Sion importa tanto quanto o bairro em si.
Vale lembrar a geografia: o Sion faz fronteira com a Savassi, o Anchieta e as Mangabeiras, e está a poucos minutos da Praça do Papa e do Mirante. Quem se hospeda ali quer essa centralidade tranquila — perto de tudo, sem o burburinho do miolo da Savassi.
Vamos ao que interessa. Os números abaixo são ilustrativos e variam com tamanho, andar, mobília e qualidade do anúncio — trate como ordem de grandeza, não promessa:
| Item | Estimativa mensal* |
|---|---|
| Diária média de 1 dormitório bem montado | faixa de R$ 180–320 |
| Ocupação realista | em torno de 65%–80% |
| Receita bruta | costuma ficar na faixa de R$ 3.800–6.500 |
| Limpeza, plataformas, condomínio, energia, reposição | tira boa fatia do bruto |
*Estimativas, não garantia de rendimento. Diária e ocupação dependem do imóvel e da operação.

A armadilha clássica é olhar só a receita bruta. O líquido sai depois de limpeza por estadia, comissão de plataforma, condomínio, contas, reposição de enxoval e manutenção pelo desgaste da rotatividade. Para muitos imóveis bem operados no Centro-Sul, o líquido por temporada supera o aluguel fixo equivalente — mas com mais trabalho e variância. Se quiser ver essa comparação a frio, leia gestão profissional de Airbnb x autogestão.
Para dar dimensão: um custo recorrente que muita gente esquece é a faxina profissional entre hóspedes. Em um imóvel com ocupação alta, são várias limpezas no mês, e cada uma tem custo. Some o enxoval que se gasta, o chuveiro que pifa, o controle do ar que some. Esses centavos viram reais no fim do ano e comem o que parecia uma margem gorda. Por isso eu sempre recomendo montar a conta líquida em planilha antes de decidir, com cenário pessimista e otimista, em vez de se animar com a diária de feriado.
Depende de três coisas: localização fina (estar a pé de hospital ou da Savassi muda o jogo), qualidade do imóvel mobiliado e quem opera. Diária alta sem ocupação não paga as contas; ocupação cheia com diária raspada também não. O ponto ótimo está no meio, e ele exige precificação dinâmica — assunto que detalhamos em como a tecnologia define a diária.
Para quem está comprando agora com a temporada em mente, meu conselho é olhar primeiro a microlocalização e o condomínio, depois o apartamento. Um imóvel comum a pé do Mater Dei rende mais previsível que um apartamento bonito mas distante, num condomínio que torce o nariz para hóspede. Se você ainda não tem o imóvel, comparar bairros ajuda: a conta no Sion é diferente da do Buritis, e cada um atrai um hóspede.
No Sion, quem ganha dinheiro não é quem cobra mais caro, é quem mantém o imóvel ocupado por uma diária correta o ano inteiro.
Se você não quer operar isso na unha — anúncio, preço, check-in, limpeza, hóspede às 23h — a Luvi cuida da temporada de ponta a ponta em Belo Horizonte. Vale também olhar o potencial em /blog/categoria/investir e simular cenários em stayluvi.com/investir. Antes de decidir, confirme com seu contador a tributação do que você recebe.
Como ordem de grandeza, um 1 dormitório bem montado pode gerar receita bruta na faixa de R$ 3.800 a R$ 6.500 por mês, com ocupação de 65% a 80%. O líquido é menor, depois de limpeza, plataformas, condomínio e reposições. São estimativas, não garantia.
Pode valer para imóveis bem localizados, perto do Hospital Mater Dei e da Savassi, e bem operados. O líquido tende a superar o aluguel fixo equivalente, mas com mais trabalho e variação mês a mês. Faça a conta líquida antes de comparar.
Acompanhantes de pacientes de hospitais da região, profissionais em viagem de trabalho que querem ficar perto da Savassi e turistas a lazer. Essa mistura ajuda a diluir a sazonalidade ao longo do ano.
Não. É possível terceirizar anúncio, precificação, check-in, limpeza e atendimento ao hóspede para uma gestão profissional. A Luvi opera temporada de ponta a ponta em Belo Horizonte.
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