Mid stay: a média temporada que mais cresce
O que é mid stay, por que a média temporada (semanas a meses) cresce tanto, quem são os hóspedes e por que ela estabiliza a renda do seu imóvel.

Investir & rentabilizar
Escolher mal o primeiro imóvel de investimento é caro e difícil de desfazer. Veja os critérios práticos que separam uma compra inteligente de um erro.
Quem compra o primeiro imóvel de investimento às vezes faz isso ao contrário: escolhe o imóvel que gostaria de morar — e só depois tenta encaixar a conta de investimento. Dá errado com uma frequência preocupante. Imóvel bom para morar e imóvel bom para investir têm critérios que se sobrepõem em parte, mas são teses diferentes.
Este texto vai por partes: primeiro, o que define um bom imóvel de investimento. Depois, os erros mais comuns de primeira viagem.
Liquidez de locação. O imóvel precisa ser fácil de alugar. Isso significa produto com demanda constante no bairro: studios e apartamentos de 1 a 2 quartos perto de universidades, centros de negócios ou transporte público têm giro de locatário mais rápido que uma cobertura de 4 quartos em bairro residencial tranquilo — que pode ficar vaga por meses.
Custo de manutenção previsível. Imóveis novos ou seminovos (até 10 anos) têm menos surpresa de manutenção. Imóveis mais antigos podem ter preço de entrada atraente, mas o custo de hidráulica, elétrica e estrutura pode corroer a rentabilidade por anos.
Condomínio e IPTU compatíveis com o aluguel. Uma regra prática: a soma de condomínio + IPTU mensal não deveria ultrapassar 25% a 30% do valor do aluguel esperado. Acima disso, o imóvel começa a comer o próprio rendimento.
Localização com múltiplos perfis de locatário. Bairros que dependem de um único tipo de demanda (só universitários, só turistas) são mais vulneráveis a choques. Prefira áreas que atraem perfis variados: executivos, jovens profissionais, famílias pequenas.

Comprar pelo estilo, não pela conta. Apartamento com varanda gourmet e piscina com vista é bonito — mas o condomínio caro reduz o yield e o perfil de locatário é mais exigente. Para o primeiro investimento, prefira produto funcional de padrão médio.
Subestimar a vacância. Todo mundo planeja com 12 meses de aluguel por ano. A realidade costuma ser 10,5 a 11. Troca de inquilino, pintura, período de anúncio: reserve pelo menos 45 dias de vacância anual nos seus cálculos.
Comprar em cidade ou bairro que você não conhece. Parece óbvio, mas acontece. Rendimento atrativo em tabela não substitui conhecimento do mercado local. Se você não conhece, pesquise muito antes ou busque um parceiro que opere lá.
Ignorar o perfil do condomínio. Síndico ausente, fundo de reserva zerado, obra de fachada pendente — isso aparece na ata de assembleia, que é documento público. Peça e leia.
Veja como calcular a rentabilidade real de um imóvel alugado antes de fechar proposta. E se quiser saber mais sobre o que diferencia gestão profissional de amadora, acesse luvihome.com.
Studios e apartamentos de 1 a 2 quartos bem localizados (próximos a metrô, centros comerciais ou universidades) costumam ter menor tempo de vacância. Imóveis grandes dependem de um perfil mais específico de locatário.
Como referência, a soma de condomínio + IPTU mensal idealmente não deve ultrapassar 25% a 30% do valor do aluguel esperado. Acima disso, o imóvel fica difícil de rentabilizar sem preço de compra muito abaixo do mercado.
Pode ser, mas exige paciência e tolerância a risco. O imóvel não gera renda durante a obra (1 a 3 anos), o prazo de entrega frequentemente atrasa, e o produto final pode diferir das expectativas. Para quem quer renda mais rápida, o imóvel pronto costuma ser mais seguro.
Não é obrigatório, mas facilita. Uma imobiliária cobra em geral de 8% a 10% do aluguel pela gestão (cobrança, repasse, vistorias) e reduz o trabalho operacional. Para quem tem mais de um imóvel, a gestão profissional costuma pagar a taxa.
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