Tendências do mercado imobiliário para ficar de olho
As tendências que vêm moldando o mercado imobiliário: moradia flexível, tecnologia, novos formatos de aluguel e o que isso muda para quem compra, aluga ou investe.

Mercado imobiliário
A conta entre comprar e alugar um imóvel em 2026, os fatores que pesam na decisão e como saber qual faz mais sentido para o seu momento.
"Comprar ou alugar?" é uma das maiores decisões financeiras da vida — e a resposta certa depende muito mais do seu momento do que de uma regra universal. Veja como pensar essa conta com clareza.
Comprar imobiliza um grande capital (entrada + parcelas + custos) em troca de patrimônio e estabilidade. Alugar mantém o dinheiro líquido e a vida flexível, em troca de não construir patrimônio no imóvel. Nenhum dos dois é "certo" — são trocas diferentes.
A pergunta certa não é "comprar é melhor que alugar?", e sim "o que faz mais sentido para a minha vida nos próximos anos?".
Comprar tem custos além do preço: ITBI, escritura, registro, mudança e manutenção. Alugar tem a vantagem da previsibilidade — especialmente no aluguel sem fiador da LUVI HOME, com contrato digital e a Garantia Luvi.
Se você está em transição — mudou de cidade, está esperando a casa nova ou ainda decidindo onde morar —, o aluguel mobiliado por mês (mid stay) é o melhor dos mundos: a estabilidade de um lar pronto sem se prender a um financiamento de anos. É só morar.
Não. Comprar costuma valer mais quando você fica muitos anos no imóvel e tem entrada confortável; alugar vence quando a vida ainda pode mudar e você prefere flexibilidade e liquidez.
Em geral, acima de 5 a 7 anos no mesmo imóvel a compra tende a compensar os custos de entrada e transação, mas isso varia com juros, valorização e o aluguel da região.
Alugar ou morar
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