Mid stay: a média temporada que mais cresce
O que é mid stay, por que a média temporada (semanas a meses) cresce tanto, quem são os hóspedes e por que ela estabiliza a renda do seu imóvel.

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Entenda o que é moradia flexível mid-term, como funciona na prática e por que pode ser a estratégia ideal para o seu imóvel em São Paulo ou BH.
A moradia flexível mid-term ocupa um espaço que muitos proprietários ainda não conhecem bem: estadias entre 30 e 180 dias que combinam a estabilidade do aluguel tradicional com a rentabilidade do curto prazo. Se você sempre achou que a escolha era entre temporada (lucrativa, mas trabalhosa) e o contrato anual (tranquilo, mas com retorno menor), o mid-term pode ser exatamente o meio-termo que faltava.
Mid-term é qualquer locação com duração de cerca de um a seis meses. Não se enquadra nas regras da Lei do Inquilinato para contratos residenciais longos, e tampouco é a estadia de fim de semana do Airbnb. O perfil de quem busca esse formato é bastante específico:
A diária média no mid-term costuma ser menor do que na temporada clássica (fins de semana, feriados), mas o ganho está na ocupação contínua e no custo operacional reduzido. Veja a comparação típica para um apartamento de 1 quarto bem localizado em São Paulo:
| Modalidade | Diária média estimada | Taxa de ocupação típica | Trocas de hóspede/mês | |---|---|---|---| | Temporada curta (Airbnb) | R$ 200–R$ 320 | 60–75% | 8–15 | | Mid-term (30–180 dias) | R$ 130–R$ 200 | 85–95% | 0–1 | | Aluguel tradicional | R$ 80–R$ 110 | 100% (quando ocupado) | 0 |
Esses valores são estimativas de mercado para referência. O resultado real varia com localização, padrão do imóvel e gestão. Consulte nossa equipe para uma simulação do seu caso.
O mid-term tende a gerar uma receita bruta mensal de 20% a 50% acima do aluguel tradicional, com menos desgaste do imóvel do que a temporada clássica.

Além da receita, o mid-term traz outros benefícios que o curto prazo não oferece:
O hóspede mid-term tem exigências distintas do turista de fim de semana. O essencial:
Veja como rentabilizar seu imóvel com a estratégia certa para o seu perfil.
Muitos proprietários tentam migrar para o mid-term sem adaptar a operação e acabam frustrados. Os erros mais frequentes:
Conheça também erros que derrubam a rentabilidade do seu imóvel para evitar os deslizes mais comuns na gestão.
A Luvi gerencia imóveis em São Paulo, Belo Horizonte e Alphaville/Barueri nos três formatos — temporada curta, mid-term e aluguel mensal via LUVI HOME — e escolhe a estratégia conforme o período do ano, o perfil do imóvel e a demanda local. Em meses de menor movimento turístico (março–maio, agosto–outubro), o mid-term costuma preencher o calendário com muito mais eficiência do que deixar o imóvel vazio esperando a alta temporada.
Depende da duração e do contrato. Estadias de até 90 dias costumam ser enquadradas como temporada pela Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91). Para períodos mais longos, a situação muda. Recomendamos sempre consultar um advogado especializado antes de firmar contratos mid-term para garantir que a modalidade escolhida proteja proprietário e hóspede.
Sim. O Airbnb permite reservas de longa duração e até oferece desconto automático para estadias acima de 28 dias. Mas o mid-term costuma ser melhor gerenciado por canais especializados em hospedagem corporativa (como Expedia, Booking ou contato direto com empresas), que têm demanda contínua nesse perfil.
Em geral, sim. O contrato de temporada padrão pode não ser suficiente para estadias de 60 a 180 dias. É importante ter um documento que detalhe responsabilidades sobre contas de água, luz, internet, manutenções e regras de saída antecipada. Consulte um advogado ou escritório especializado em locação para elaborar um contrato adequado.
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