Reservas diretas: como a gestão reduz a dependência das plataformas
Airbnb e Booking cobram de 15% a 20% por reserva. Veja como a gestão profissional constrói canal direto para o proprietário ganhar mais por noite ocupada.

Gestão de imóveis
Hóspede que faz barulho, causa danos ou descumpre regras é mais fácil de gerenciar com gestora profissional. Veja como o processo de protocolo e resolução funciona.
São 23h, o porteiro do prédio liga dizendo que o apartamento 82 está com música alta e os vizinhos estão reclamando. O hóspede é o da reserva que entrou hoje. O número de telefone que você tem é o cadastrado no Airbnb — e o hóspede não atende.
Para o proprietário que gerencia sozinho, esse cenário é um pesadelo real. Para quem tem gestora, é um protocolo.
O perfil do hóspede de Airbnb é variado. A maioria é tranquila. Mas a estrutura do produto — anonimato relativo, ausência de contato presencial, sensação de "privacidade total" — atrai uma parcela que se comportaria diferente num hotel.
Grupos de amigos em festa de despedida de solteiro, festas de aniversário não declaradas, grupos que excedem o número de pessoas da reserva — são situações recorrentes em imóveis de temporada, especialmente nos fins de semana e feriados.
Prevenção começa na triagem. Gestoras profissionais usam:
Passo 1 — Contato imediato A gestora ou equipe de plantão entra em contato com o hóspede: mensagem pela plataforma e ligação telefônica se disponível. Tom firme, mas educado. Informa o descumprimento, cita a regra específica e pede adequação imediata.
Passo 2 — Comunicação com o condomínio Se a reclamação veio de vizinhos ou do porteiro, a gestora entra em contato com o síndico ou segurança para alinhar o protocolo. O ideal é que a gestora já tenha um contato do condomínio cadastrado antes de qualquer ocorrência.
Passo 3 — Registro no sistema Toda ocorrência é registrada com hora, descrição e evidência (print de mensagem, foto, relato do porteiro). Serve para eventual disputa na plataforma e para bloquear o hóspede em futuras reservas.
Passo 4 — Escalada se necessário Se o hóspede não responde ou a situação não é resolvida remotamente, pode ser necessário deslocar alguém ao imóvel. Em casos graves — dano evidente, situação de risco, recusa de adequação —, a gestora pode acionar o cancelamento da reserva pela plataforma por descumprimento das regras.

O Airbnb permite que o host cancele uma reserva ativa em casos de descumprimento das regras da casa, risco de segurança ou danos evidentes. O hóspede pode não receber reembolso, dependendo da política.
Mas cancelar durante a estadia tem um efeito colateral: o Airbnb pode pedir que o hóspede desocupe o imóvel imediatamente, e aí é preciso estar preparado — gestora com acesso ao sistema de fechadura eletrônica para revogar o código, ou equipe disponível para acompanhar a saída.
Veja também o que a gestão previne em casos de festa e como o seguro contra danos do hóspede funciona quando a situação vai além do controle.
Para entender como a Luvi lida com situações de emergência nos imóveis que administra, acesse stayluvi.com/investir.
Sim, em casos de descumprimento das regras da casa ou risco de segurança. O processo é feito pela plataforma, com documentação do motivo. O reembolso ao hóspede depende das circunstâncias.
Contate imediatamente pela plataforma e por telefone. Se não responder, notifique o síndico. Documente tudo. Se a situação não se resolver, acione o suporte do Airbnb para avaliar cancelamento por infração.
O Airbnb permite bloquear hóspedes específicos pelo painel do host. A gestora faz isso sistematicamente após qualquer ocorrência registrada.
Depende da gravidade. Ocorrências operacionais (barulho, excesso de hóspedes) a gestora resolve autonomamente. Situações que envolvem cancelamento da reserva, acionamento policial ou danos graves costumam ter o proprietário informado em tempo real.
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