Marco das Garantias e o crédito imobiliário em 2026
O Marco das Garantias modernizou a execução de garantias no crédito imobiliário. Entenda o que mudou para quem financia, para o banco e para quem investe em imóveis.

Mercado imobiliário
Geração Z prioriza localização e flexibilidade na hora de alugar. Veja o que esse público busca em 2026 e como o mercado imobiliário está se adaptando.
Quem nasceu depois de 1997 já entrou no mercado de trabalho. Os mais velhos da geração Z já têm quase 30 anos, renda própria, e estão tomando decisões reais sobre onde e como morar — e essas decisões não seguem o roteiro das gerações anteriores.
Não é moda. É uma combinação de poder aquisitivo diferente, relação com trabalho diferente e valores diferentes que está reformatando o que o mercado de moradia precisa oferecer.
Localização sobre tamanho: ponto de metrô próximo, cafeteria com bom wi-fi a pé, padaria, academia. Um studio de 30 m² bem localizado em Pinheiros bate um 2 quartos em bairro sem infraestrutura a pé. Os dados de busca nos portais imobiliários consistentemente mostram que a geração Z filtra por localização antes de filtrar por área.
Flexibilidade de contrato: a geração Z troca de emprego com mais frequência do que as anteriores, tem mais probabilidade de trabalhar remotamente e não quer estar presa a um contrato de 30 meses se o emprego mudar para outra cidade em 18 meses. Contratos de 12 meses com renovação, ou aluguel por assinatura, ganham pontos.
Apartamento funcional: não precisa de sala de jantar separada — mesa alta na cozinha serve. Precisa de área de trabalho decente, wi-fi rápido incluído e espaço para o pet. A divisão de cômodos do imóvel dos anos 1990 não serve bem para quem trabalha de casa.
Sustentabilidade (quando cabe no orçamento): painéis solares, coleta seletiva organizada, bicicletário coberto e carga para carro elétrico são diferenciais reais para parte desse público. Não é marketing: é lista de filtro na busca de imóvel.
O coliving cresceu muito nesse segmento porque resolve vários problemas de uma vez: sem a burocracia do fiador, sem o custo de mobiliar tudo do zero, com comunidade de moradores e contrato mensal.
Para quem acabou de chegar numa cidade grande para o primeiro emprego, coliving é a alternativa mais racional. Você não precisa conhecer a cidade para escolher bairro; você experimenta e, depois de 3 ou 4 meses, sabe exatamente onde quer ficar.
O aluguel por assinatura (apartamento mobiliado, contrato flexível) compete diretamente com o coliving nesse público — e ganha quando a pessoa quer mais privacidade e tem orçamento para pagar mais por isso.

Mito 1: geração Z não quer comprar imóvel
Pesquisas mostram que a maioria quer comprar — mas adia a decisão porque o preço do imóvel cresceu mais que a renda, e o financiamento com Selic elevada pesa demais. O aluguel é uma escolha racional, não uma renúncia à propriedade.
Mito 2: studio pequeno resolve tudo
Nem sempre. A geração Z que trabalha remotamente precisa de home office funcional. Isso muda a demanda: prefere 45 m² bem distribuídos a 30 m² com sala que virou escritório improvisado.
Mito 3: eles não se importam com IPTU e condomínio
Importam muito. O custo total de morar (aluguel + condomínio + IPTU + internet) é o que entra na planilha. Um aluguel "barato" num prédio com condomínio de R$ 1.200 pode não ser tão barato assim.
Para entender mais sobre o mercado de locação mobiliada que atende esse perfil, acesse luvihome.com — aluguel sem fiador, mobiliado, em São Paulo, BH e Alphaville. Para análises de tendências do setor, a categoria mercado do blog reúne as principais matérias do blog Luvi.
A maioria quer comprar no longo prazo, mas adia a decisão pelo custo elevado dos imóveis e do financiamento. O aluguel é escolha pragmática, não rejeição à propriedade.
Pequeno e bem localizado, com área de trabalho funcional, pet-friendly, contrato flexível e, quando possível, mobiliado. Prioriza localização (metrô, comércio a pé) sobre tamanho.
Sim, especialmente para quem chega numa cidade nova sem rede social e não quer mobiliar apartamento. Combina praticidade, comunidade e flexibilidade de contrato.
Em geral, sim. O trade-off é pagar mais por um apartamento menor bem localizado do que pagar menos por um maior distante do trabalho e da infraestrutura urbana.
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