Conta do condomínio no aluguel: ordinária x extraordinária
Quem paga a conta do condomínio no aluguel? Entenda a diferença entre despesas ordinárias e extraordinárias e evite conflitos com o inquilino.

Gestão de imóveis
No mobiliado, a vistoria é ainda mais importante: ela lista cada móvel e eletrodoméstico. Veja o que registrar para não pagar por dano que não causou.
No imóvel vazio, a vistoria olha paredes, piso e instalações. No mobiliado, ela precisa olhar isso e cada sofá, cada garfo, cada eletrodoméstico. É por isso que, no mobiliado, pular a vistoria é um convite a pagar no fim por algo que já estava quebrado quando você chegou. A resposta é direta: sim, você precisa de vistoria, e ela deve ser mais detalhada do que num imóvel vazio.
Quando você aluga um lugar com móveis e eletrodomésticos, está recebendo um patrimônio inteiro sob sua guarda. A geladeira, a TV, o sofá, a cama, os utensílios: tudo isso tem que voltar no fim, no estado em que foi entregue, descontado o desgaste natural do uso normal. A vistoria de entrada é o documento que prova em que estado cada item estava no dia da chave. Sem ela, qualquer arranhão vira sua palavra contra a do proprietário.
Não basta um "imóvel em bom estado". No mobiliado, o registro precisa descer ao detalhe:

A vistoria só cumpre o papel quando existe dos dois lados. A de entrada fotografa o começo, a de saída compara com o fim. A diferença entre as duas é o que define o que você paga.
| Momento | O que faz | Por que importa |
|---|---|---|
| Vistoria de entrada | Registra o estado de cada item no início | É o seu escudo contra cobrança indevida |
| Uso ao longo do contrato | Desgaste natural acontece | Uso normal não é dano |
| Vistoria de saída | Compara o estado atual com o da entrada | Define o que pode ser descontado |
Sem a vistoria de entrada bem feita, a de saída vira uma discussão sem árbitro. Com ela, a conta é objetiva.
O apressado assina a vistoria sem ler, confiando que está tudo certo, ou aceita um documento genérico que não descreve nada. Meses depois, na saída, aparece a cobrança por um risco no armário que já existia, uma trinca no vidro que ele nem tinha reparado. Sem registro de entrada, provar que o dano é antigo é quase impossível. A vistoria caprichada é chata de fazer e salva dinheiro no fim.
Esse cuidado se conecta com uma dúvida frequente: quando algo do mobiliado quebra, quem paga? O critério é a causa, e a vistoria é quem comprova. Se você vai receber um imóvel completo, vale também entender o que conta como comprovante de renda para alugar, porque o mobiliado costuma andar junto com processos de análise mais ágeis.
Quando o imóvel mobiliado é gerido de forma profissional, o inventário já vem pronto e detalhado, muitas vezes com histórico de manutenção de cada aparelho. Isso torna a vistoria mais rápida e a devolução mais tranquila, porque a origem de qualquer defeito fica documentada. Menos discussão, mais previsibilidade para os dois lados, e uma caução que volta sem novela.
A vistoria também protege o seu depósito: o proprietário só pode reter da caução o custo de danos que sejam de fato sua responsabilidade, e a comparação entre as duas vistorias é o que define isso. Fazer bem no início é o que garante receber de volta no fim.
Regras de vistoria e devolução podem variar conforme o contrato, então leia o seu documento com atenção e, em caso de exigência que pareça excessiva na saída, consulte um advogado. Quem procura alugar mobiliado com inventário claro e processo digital em São Paulo, BH e Alphaville pode conhecer a LUVI HOME, e ver mais na categoria de gestão do blog.
Sim, e mais detalhada que no imóvel vazio. Ela lista cada móvel e eletrodoméstico e registra o estado de cada um, protegendo você de cobranças indevidas na devolução.
Inventário item a item, estado de cada peça, teste dos eletrodomésticos, fotos e vídeos datados e a lista de utensílios e enxoval quando incluídos no aluguel.
Protege. O proprietário só pode reter da caução o custo de danos que sejam de fato sua responsabilidade, e a comparação entre a vistoria de entrada e a de saída define isso.
Não. O uso normal gera desgaste natural, que não é dano. Você responde por danos que provocou, comprovados pela diferença entre a vistoria de entrada e a de saída.
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