Mid stay: a média temporada que mais cresce
O que é mid stay, por que a média temporada (semanas a meses) cresce tanto, quem são os hóspedes e por que ela estabiliza a renda do seu imóvel.

Investir & rentabilizar
Plano prático para comprar o primeiro imóvel em até 3 anos: quanto poupar, como usar o FGTS e quais erros evitar no financiamento imobiliário.
Três anos é tempo suficiente para comprar o primeiro imóvel — se você não perder os primeiros 18 meses achando que tem tempo de sobra.
Não é um roteiro mágico. É um plano com matemática real, que funciona para quem tem renda formal e disciplina para guardá-la. Veja como estruturar.
A maioria das pessoas começa a juntar dinheiro sem saber o que quer comprar. O resultado: guardam para um número abstrato e perdem o foco.
Antes de tudo, responda: Qual cidade? Qual bairro (ou quais dois ou três)? Quantos quartos? Novo ou usado?
Feito isso, pesquise o preço real de mercado agora — não daqui a três anos. Em São Paulo, um 2 quartos com vaga em Osasco, Santo André ou Guarulhos custa algo diferente de um equivalente em Moema. Em BH, Contagem e Ibirité têm preços bem diferentes do Sion ou do Buritis.
Com o preço em mãos, calcule a entrada necessária. Financiamentos tradicionais exigem entre 20% e 30% de entrada. Programas habitacionais (Minha Casa Minha Vida) podem ter entrada menor dependendo da faixa de renda e da cidade.
Se você tem vínculo CLT há mais de 3 anos, tem saldo acumulado de FGTS. E esse dinheiro pode ser usado como parte da entrada — sem precisar resgatar nada, o banco desconta direto.
Condições para usar o FGTS no primeiro imóvel: - Não ter outro imóvel no seu nome no mesmo município ou na mesma região metropolitana - Não ter usado o FGTS para imóvel nos últimos 3 anos - O imóvel precisa ser residencial e dentro de certos limites de valor (varia por cidade e programa)
Consulte o saldo pelo app Caixa Trabalhador ou site da Caixa Econômica. Muita gente se surpreende com quanto tem acumulado — especialmente quem está no mercado formal há 5 anos ou mais.
Com o preço do imóvel e o FGTS estimado em mãos, você sabe exatamente quanto falta juntar em dinheiro vivo.
Exemplo: imóvel de R$ 320.000. Entrada de 20% = R$ 64.000. FGTS estimado: R$ 18.000. Falta juntar: R$ 46.000 em 36 meses = R$ 1.278/mês.
Isso é bruto — precisa sair de algum lugar no seu orçamento. Se não sobra R$ 1.278/mês hoje, você tem três opções: aumentar a renda, reduzir despesas, ou estender o prazo para 4 anos.
Coloque essa poupança mensal em aplicação conservadora com liquidez diária (Tesouro Selic ou CDB de banco médio com 100% CDI). Não trave o dinheiro — você pode precisar dele para custos de transação antes de fechar negócio.

ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis): costuma variar de 2% a 3% do valor do imóvel, dependendo do município. Em São Paulo, é 3%. Em BH, 3%. Isso não entra no financiamento — precisa ser pago à parte.
Registro em cartório: em torno de 0,5% a 1% do valor, também fora do financiamento.
Honorários de despachante ou advogado: opcional, mas útil para quem não tem experiência com cartório imobiliário.
Reserva de mudança e adequação: nem sempre o imóvel está pronto para morar de imediato.
Contabilizando tudo, os custos de transação chegam a 4% a 5% do valor do imóvel. Para o imóvel de R$ 320.000 do exemplo, são R$ 12.800 a R$ 16.000 que precisam estar disponíveis além da entrada.
Não espere ter 100% do valor da entrada + todos os custos guardados para começar a pesquisar. A pesquisa ativa de imóveis demora 3 a 6 meses em média — tempo suficiente para acumular os valores finais enquanto você vai desenvolvendo o olho para o mercado.
Comece a visitar imóveis quando estiver com 80% do que precisa. Quando fechar negócio, você já terá o restante.
O simulador de financiamento da Caixa Econômica e dos bancos privados é gratuito e dá uma estimativa rápida de parcela e valor aprovado para o seu perfil de renda.
Veja como a alavancagem funciona a seu favor em alavancagem no mercado imobiliário e explore mais em stayluvi.com/investir.
Sim, se você tem renda formal e FGTS acumulado. A combinação de FGTS + poupança mensal disciplinada + financiamento é o caminho padrão. O prazo real varia conforme o preço do imóvel e a capacidade de poupança.
Em financiamentos tradicionais, os bancos exigem entre 20% e 30% de entrada. Programas como o MCMV podem ter entrada menor, mas têm limites de valor de imóvel e de renda.
Sim, desde que você não tenha outro imóvel no município, não tenha usado o FGTS para imóvel nos últimos 3 anos e o imóvel se enquadre nas condições do programa. Consulte o saldo no app da Caixa Trabalhador.
Espere gastar entre 4% e 5% do valor do imóvel em custos extras: ITBI (2% a 3%), registro em cartório (0,5% a 1%), e eventuais taxas de despachante. Em São Paulo, o ITBI é 3% sobre o valor da transação.
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