Pintura na saida do imovel: o inquilino e obrigado?
O que a lei diz sobre pintura na saida do aluguel, quando a clausula contratual vale, quando pode ser cobrado e quando nao pode -- com exemplos praticos.

Gestão de imóveis
Como embalar louças e eletrônicos sem quebrar nada na mudança: técnicas por tipo de item, os materiais certos e o jeito de posicionar cada caixa.
Você abriu a caixa marcada como frágil e encontrou o jogo de pratos da avó em cacos. Aconteceu porque os pratos foram empilhados deitados, do jeito que ficam no armário. Esse é o erro que mais quebra louça em mudança, e é fácil de evitar quando você entende como cada objeto suporta impacto. Embalar bem não é questão de sorte nem de gastar fortuna em material: é técnica, e ela cabe em poucas regras.
Antes da técnica, o material certo. Não precisa de muita coisa, precisa da coisa certa:
Improvisar com caixa mole ou fita fraca é onde a economia vira prejuízo. O fundo cede no meio do caminho e leva tudo junto.
O ponto que muda tudo: prato viaja em pé, como um disco de vinil, e nunca empilhado deitado. Em pé, ele resiste ao solavanco pela borda, que é a parte mais forte. Deitado, o peso de um prato esmaga o outro no primeiro tranco.
Passo a passo para louça:
Xícara e peça com alça merecem atenção redobrada na alça, que é o ponto que primeiro parte.

Se você guardou a caixa original da TV, do micro-ondas ou do monitor, use. Ela foi projetada para aquele objeto e protege melhor que qualquer improviso. Não guardou? Sem problema, dá para embalar bem:
Eletrônico teme três coisas: impacto, pressão e umidade. Papel bolha resolve o impacto, a posição em pé resolve a pressão, e caixa fechada longe de área molhada resolve a umidade.
| Item | Material ideal | Posição no transporte |
|---|---|---|
| Pratos | Papel individual, caixa pequena | Em pé, lado a lado |
| Copos e taças | Papel e miolo preenchido | Em pé, com divisórias |
| TV e monitores | Papel bolha ou caixa original | Sempre em pé |
| Eletrodoméstico pequeno | Papel bolha, caixa firme | Conforme o manual |
| Objetos de vidro decorativos | Papel bolha, no centro da caixa | Cercados de papel |
Caixa de frágil nunca vai no fundo da pilha do caminhão nem embaixo de móvel pesado. Avise a equipe e, se possível, transporte você mesmo as peças de maior valor sentimental. Ao montar a casa, abra as caixas frágeis com calma, sobre uma superfície forrada, para o caso de algo ter se soltado no caminho.
Embalar com antecedência também ajuda o bolso: quando você mesmo protege a louça, contrata menos mão de obra da transportadora, o que puxa o custo da mudança para baixo. E não misture o essencial do primeiro dia nessas caixas lacradas; o que você vai usar logo na chegada merece um kit separado que abre primeiro.
Louça e eletrônico não quebram por azar, quebram por embalagem errada. Prato em pé, cada peça no seu papel, vão preenchido, eletrônico protegido nas quinas e transportado na posição certa. Siga essas regras e a caixa de frágil chega inteira, sem susto na hora de abrir. Mais guias de mudança na categoria de gestão.
Embrulhe cada prato no papel e posicione-os em pé, lado a lado, como discos de vinil, nunca empilhados deitados. Forre o fundo da caixa com papel amassado e preencha todos os vãos vazios para nada se mexer.
Não. TV e monitores viajam sempre em pé; deitados, o painel sofre pressão e pode trincar. Proteja o aparelho com papel bolha, com camada extra nas quinas e na tela, e evite móvel pesado por cima.
Para eletrônicos e vidros delicados, vale muito a pena. Para louça, papel de embalar e caixas pequenas firmes resolvem bem, desde que você embrulhe peça por peça e preencha todos os espaços vazios da caixa.
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