Cidades que mais valorizaram o aluguel em 2026
Quais cidades valorizaram mais o aluguel em 2026? Veja os números do mercado, o destaque de Belo Horizonte e o que olhar antes de investir em locação.

Mercado imobiliário
Temporada, mid-term ou mensal: compare as três formas de alugar por duração, público, mobília e previsibilidade e descubra qual encaixa no seu caso.
Você vai passar dois meses numa cidade por causa de uma obra, um tratamento ou um projeto de trabalho. Aluguel por temporada sai caro para tanto tempo, e o contrato anual não faz sentido para tão pouco. É exatamente nesse vão que mora o mid-term, o meio-termo que cresceu em 2026 entre a diária e o contrato longo. Antes de escolher, vale entender as três formas lado a lado.
Cada formato serve a um tempo de permanência e a um tipo de gente. Comparar por duração e por perfil deixa a escolha óbvia.
| Modalidade | Duração típica | Público | Mobília | Previsibilidade de renda |
|---|---|---|---|---|
| Temporada (short stay) | dias a poucas semanas | turista, viagem a trabalho curta | mobiliado completo | baixa, depende da ocupação |
| Mid-term | 30 a 90 dias | obra, saúde, projeto, mudança | mobiliado completo | média, contratos que se encaixam |
| Mensal ou anual | a partir de vários meses | quem vai morar de fato | mobiliado ou vazio | alta, contrato estável |
Note que a mobília acompanha o tempo curto. Ninguém vai comprar geladeira para ficar dois meses, então temporada e mid-term são quase sempre mobiliados e prontos. O mensal aceita as duas versões.
Serve para estadias de dias a poucas semanas: turismo, evento, uma viagem de trabalho rápida. O preço da diária é o mais alto dos três, mas você paga só pelo período curto. Um ponto importante de 2026: o STJ decidiu que a exploração recorrente de short stay pode descaracterizar o uso estritamente residencial, o que dá ao condomínio poder de restringir ou exigir autorização. Por isso, temporada bem-feita passa por checar a convenção do prédio.
É o formato que mais ganhou espaço. Trinta a noventa dias resolvem a vida de quem está em obra na casa própria, faz tratamento de saúde longe de casa, chega para um projeto profissional ou está em transição de mudança. Você entra num imóvel mobiliado, sem montar nada, e sai sem multa de contrato anual. A renda para o dono é mais previsível que a temporada, porque não depende de encher a agenda de diárias.
Para quem vai morar de verdade, o contrato mais longo traz estabilidade dos dois lados. O aluguel por mês tende a ser o menor por metro quadrado, e você constrói vínculo com o imóvel e o bairro. Pela via mobiliada e digital, dá para ter essa estabilidade sem abrir mão da praticidade de entrar rápido.
Um detalhe que passa despercebido é a burocracia. No aluguel mensal e no mid-term mobiliados, a assinatura tende a ser digital e a garantia dispensa fiador, o que encurta a espera pela chave de semanas para poucos dias. Na temporada, a lógica é de reserva, com pagamento antecipado e regras da plataforma. Quanto mais curta a estadia, mais o modelo se parece com hospedagem; quanto mais longa, mais ele vira moradia de verdade, com contrato, vínculo e responsabilidade sobre o imóvel. Reconhecer em qual ponto dessa régua você está é meio caminho para não pagar por flexibilidade que não vai usar.

Para o proprietário, a lógica se inverte um pouco: os formatos curtos podem render mais por dia ocupado, mas exigem gestão intensa e convivem com sazonalidade. O comparativo entre temporada e aluguel tradicional mostra o que rende mais em 2026 para quem olha pelo lado do investimento.
Quem procura morar por alguns meses ou de forma mensal, mobiliado e sem fiador, encontra esse encaixe na Luvi Home. Mais análises sobre formas de alugar estão na categoria de mercado.
A escolha certa não é a que rende mais no papel, é a que combina com o seu tempo de permanência. Comece pela duração, deixe a mobília e a previsibilidade ajustarem o resto, e você acerta o formato sem pagar por flexibilidade que não vai usar. No fim, é a sua permanência que dita a escolha, não a promessa de rentabilidade estampada em cada modelo.
Temporada cobre dias a poucas semanas, quase sempre mobiliada; mid-term vai de 30 a 90 dias e atende obras, saúde e projetos; mensal ou anual é para morar de fato, com contrato mais estável e mobiliado ou vazio.
É o aluguel de 30 a 90 dias, um meio-termo entre a temporada e o contrato longo. Cresceu em 2026 atendendo quem está em obra, tratamento de saúde, projeto de trabalho ou transição de mudança, sempre em imóvel mobiliado e pronto.
Pode precisar. Em 2026, o STJ decidiu que a exploração recorrente de short stay pode descaracterizar o uso residencial, dando ao condomínio poder de restringir ou exigir aprovação. Cheque a convenção do prédio antes de operar.
Alugar ou morar
Na LUVI HOME você aluga no tradicional ou por mês, mobiliado e 100% digital, com a Garantia Luvi.
Ver imóveis na LUVI HOME