Primeira vez no Airbnb: dicas para uma boa experiência
Vai usar o Airbnb pela primeira vez? Veja o que conferir antes de reservar, como se comunicar com o anfitrião e o que fazer se algo não sair como esperado.

Gestão de imóveis
Mudou de cidade mas ainda não fechou o aluguel? O short stay resolve o intervalo com conforto, flexibilidade e sem contrato longo. Veja como usar bem.
Você aceitou o emprego, comunicou no apartamento antigo, fechou as malas — e ainda não tem para onde ir na cidade nova. Esse intervalo entre sair de um lugar e entrar em outro é mais comum do que parece, e tem solução prática.
Assinar um contrato de aluguel tradicional exige tempo: visitar imóveis, escolher, negociar, providenciar documentos, aguardar análise de crédito. O processo todo pode levar de 2 a 6 semanas, dependendo da cidade e da burocracia do proprietário.
Enquanto isso, você precisa estar em algum lugar. Hotel por esse período sai caro e sem conforto. Pensão ou quarto compartilhado resolve o básico mas não o bem-estar. O short stay ou mid-term preenche exatamente esse intervalo.
Short stay é o aluguel por temporada de curta duração — de poucos dias a alguns meses. Mid-term cobre o intervalo de 30 a 90 dias, com contrato mais simples que o tradicional.
A diferença prática para quem está em transição:
| | Hotel | Short Stay | Aluguel Tradicional | |---|---|---|---| | Contrato | Nenhum | Simples, flexível | 12 meses ou mais | | Cozinha própria | Raramente | Quase sempre | Sempre | | Preço por dia | Alto | Médio | Baixo (longo prazo) | | Flexibilidade | Alta | Alta | Baixa | | Endereço para documentos | Não | Sim (em geral) | Sim |
Três pontos concretos:

Essa é a vantagem que poucos aproveitam: ao ficar por 30 dias em um bairro que você está considerando, você aprende mais sobre ele do que em dez visitas de domingo.
Teste: como é o trânsito no horário que você sai para o trabalho? Tem mercado, farmácia e academia a pé? Como é a vizinhança de segunda à sexta?
Se possível, escolha um short stay no bairro que você está avaliando para o aluguel definitivo. Isso reduz muito o risco de errar na escolha do apartamento.
Em São Paulo, um apartamento compacto de 1 quarto em bairro bem localizado (Pinheiros, Vila Madalena, Moema, Brooklin) custa em geral entre R$ 3.500 e R$ 6.000 por mês no modelo temporada. Em Belo Horizonte, a faixa costuma ficar entre R$ 2.500 e R$ 4.500 para perfil similar.
Esses valores variam conforme localização, padrão do imóvel e temporada. Compare com o custo real de hotel pelo mesmo período — a conta em geral favorece o short stay.
Plataformas como Airbnb e Booking têm filtro para estadias longas (28 dias ou mais), geralmente com desconto. Gestoras como a Luvi, que atuam em São Paulo, BH e Alphaville, oferecem opções de mid-term com imóveis verificados.
Acesse stayluvi.com/reservar para ver o que está disponível na cidade para onde você está se mudando.
Veja também: como se sentir em casa numa estadia por temporada tem dicas para tornar esse período mais confortável.
Não há limite legal definido para hospedagem temporária. Contratos de temporada podem ser renovados, mas a partir de 90 dias muitos proprietários preferem migrar para contrato residencial padrão.
Depende do anfitrião e da plataforma. Muitos disponibilizam comprovante informal. Para documentos oficiais, confirme antes de reservar se o anfitrião pode fornecer uma declaração escrita.
Para quem vai ficar mais de 15 dias e trabalha remotamente, sim. A cozinha própria, o espaço e a privacidade compensam a diferença de preço em relação a pensões.
Airbnb e Booking têm filtro de estadias longas (28+ dias) com desconto progressivo. Gestoras especializadas em mid-term também oferecem essa opção com mais suporte ao hóspede.
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