Administração de imóveis em Águas Claras, o bairro vertical do DF
Águas Claras é o bairro mais vertical do DF e tem demanda de aluguel em expansão. Entenda como gerir imóveis ali e o que diferencia as administradoras locais.

Cidades & bairros
Onde se hospedar em Belo Horizonte pela primeira vez: o guia por bairro para acertar de cara, com Savassi, Pampulha e Centro e o que cada região oferece.
Na primeira viagem a BH, o erro mais comum é escolher pelo preço sem entender a geografia da cidade, e acabar longe de tudo. Belo Horizonte é compacta e amigável, mas tem regiões com vocações bem diferentes. A boa notícia: para quem não conhece, existe uma escolha quase à prova de erro. Vou direto a ela e depois mostro as alternativas.
Se você nunca veio e quer acertar de primeira, fique na Savassi. É central, animada, cheia de restaurantes e bares em volta da Praça da Savassi, perto da Av. Afonso Pena e a uma curta distância do Mercado Central e do Parque Municipal. Você resolve quase tudo a pé, encontra o melhor da gastronomia mineira e fica bem posicionado para os passeios clássicos. É o equivalente belo-horizontino de não errar.
Se a Savassi parece animada demais, os vizinhos Funcionários e Lourdes entregam a mesma localização com noites mais tranquilas. Lourdes é mais sofisticado e residencial; Funcionários fica colado à Savassi e ao Parque Municipal. Para casal ou quem valoriza silêncio, são ótimas alternativas sem perder a centralidade. A diferença entre os três é de poucos quarteirões, então você não perde nada em acesso ao escolher o mais sossegado.

BH foi uma cidade planejada, com a região central em formato de tabuleiro cortado por avenidas largas como a Afonso Pena e a do Contorno (que, como o nome diz, contorna o centro). Em volta vêm as zonas: a Centro-Sul (Savassi, Lourdes, Funcionários, Serra, Mangabeiras), que concentra a parte mais nobre e turística; a Pampulha, ao norte, com a Lagoa e os parques; e as zonas Leste, Oeste e Norte, mais residenciais. Para a primeira viagem, fixar-se na Centro-Sul é o atalho para não errar, porque é dali que saem quase todos os passeios clássicos.
Quem vem pela Pampulha, pela arquitetura de Niemeyer (a Igrejinha de São Francisco, a Casa do Baile) e pelo ar livre da Lagoa pode preferir se hospedar por lá. É mais arborizado e tranquilo, porém depende mais de carro ou aplicativo para chegar ao centro gastronômico. Boa pedida para quem quer descanso e natureza, menos para quem quer agito a pé.
BH tem fama merecida de clima ameno. O inverno (de maio a agosto) é seco, com dias de sol e noites frescas, ótimo para caminhar pela cidade. O verão (de dezembro a março) é mais quente e chuvoso, com pancadas de fim de tarde típicas, então leve guarda-chuva. Quem vem pela primeira vez costuma se surpreender com a topografia: a cidade é cheia de ladeiras, e bairros como a Serra e as Mangabeiras sobem bastante. Calçado confortável faz diferença real no passeio.
O Centro, no entorno da Praça Sete e da Av. Afonso Pena, é prático para o Mercado Central e tem ótimo acesso de ônibus e do metrô. Mas é mais movimentado de dia e vazio à noite. Para a primeira vez, prefiro indicar a Savassi e usar o Centro apenas como destino de passeio. Se a curiosidade falar mais alto, o melhor do Centro se vê de dia: o Mercado Central, o Edifício Maletta com seus sebos e bares, e a arquitetura do entorno da Praça Sete.
As faixas de preço variam com bairro, época e tamanho do imóvel; a alta temporada e datas de eventos pesam. Para comparar imóveis bem localizados, veja hospedagem por temporada em BH. Se a viagem for de poucos dias num fim de semana, veja também o guia de hospedagem para um fim de semana em BH e mais textos na categoria cidades.
Para fechar: na dúvida, fique na Savassi. É a escolha que perdoa o erro de quem ainda não conhece a cidade, porque coloca você no meio de tudo e a uma corrida curta do resto. Depois de conhecer BH numa primeira vez, fica fácil escolher um bairro mais específico na próxima.
A Savassi. É central, animada, cheia de restaurantes e fica perto do Mercado Central e do Parque Municipal, permitindo resolver quase tudo a pé na primeira viagem.
É ótima se o foco for parque, Lagoa e a arquitetura de Niemeyer, mas depende mais de carro para chegar ao centro gastronômico. Para a primeira vez sem carro, a Savassi costuma render mais.
O Centro é prático para o Mercado Central e bem servido de transporte, mas fica vazio à noite. Para a primeira viagem, é melhor como destino de passeio do que como base.
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