Gestão de aluguel perto da UFMG e da PUC Minas
Imóveis perto da UFMG e PUC Minas têm demanda contínua. Saiba como gestão profissional aumenta o retorno e reduz o estresse do proprietário em BH.

Cidades & bairros
BH tem demanda crescente de hospedagem por temporada. Saiba como funciona a administração profissional de imóveis de short stay na cidade e o que esperar de retorno.
BH não é Florianópolis. Não tem praia, não tem alta temporada no verão que justifique uma disparada de diárias em janeiro. Mas tem algo que muitas pessoas subestimam: uma demanda urbana constante — negócios, eventos, congressos médicos, jogos de futebol, visitas de família — que transforma imóvel bem gerido em fonte de renda estável ao longo do ano inteiro.
Diferente de destinos turísticos sazonais, Belo Horizonte tem um calendário de eventos distribuído ao longo do ano. Alguns fatores permanentes:
O modelo é diferente da locação tradicional. A administradora de temporada (ou gestora de short stay) cuida de:
É difícil dar um número sem conhecer o imóvel, a localização e a época do ano. Mas alguns parâmetros do mercado de BH:
Com 70% de ocupação e diária média de R$ 200, um mês gera aproximadamente R$ 4.200 brutos. Descontando 25% de comissão, o proprietário recebe cerca de R$ 3.150. Compare com o aluguel mensal do mesmo apartamento — a vantagem do short stay é real quando a ocupação é sólida.
O risco é a queda de ocupação em períodos de baixa demanda. Diferente do aluguel fixo, a renda varia mês a mês.

Em BH, a locação por temporada em apartamentos residenciais é permitida pela Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1991, art. 48), mas depende do regulamento do condomínio. Alguns condomínios proibiram expressamente em convenção — cheque antes de comprar um imóvel pensando nesse modelo.
Além disso, verifique com um contador se a renda de temporada exige CNPJ ou pode ser declarada como pessoa física. A regra varia conforme o volume de renda e o enquadramento fiscal escolhido.
BH não tem sazonalidade turística clássica, mas tem padrões:
Uma gestora experiente em BH usa precificação dinâmica para compensar a baixa: reduz a diária para garantir ocupação mínima e protege o yield anual.
Para entender como a Luvi faz gestão de temporada em BH, acesse stayluvi.com/investir. Se você quer comparar o modelo de temporada com a locação longa mobiliada, veja também o artigo sobre gestão de aluguel mobiliado para executivos em BH.
Sim, especialmente para imóveis bem localizados perto do centro, hospitais ou eventos. A receita mensal pode ser maior que o aluguel fixo, mas a renda varia conforme a ocupação.
A comissão costuma ficar entre 20% e 30% da receita bruta, cobrindo divulgação, check-in, limpeza, atendimento e repasse.
Depende da convenção do condomínio. Alguns proíbem expressamente. Verifique antes de anunciar — se houver proibição, o condomínio pode cobrar multas.
Imóveis bem geridos e bem localizados costumam atingir 60% a 80% de ocupação ao longo do ano. Em períodos de baixa demanda, a precificação dinâmica ajuda a manter o yield.
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